Durante os trabalhos da comissão, foram discutidas várias matérias sensíveis, entre as quais se destacam:
A responsabilidade dos tipógrafos e impressores, que ficariam isentos de responsabilidade penal quando se limitassem a cumprir ordens, cabendo à acusação provar a consciência de delito;
O registo profissional dos jornalistas, cuja exigência foi rejeitada para evitar restrições indevidas ao direito ao trabalho.
A valorização da imprensa regional e não diária, através de incentivos fiscais e apoios específicos;
O ensino do jornalismo, que o Estado deveria promover como forma de reforçar a dignidade, a independência e a profissionalização da atividade jornalística.