Bem-vindo à página oficial da Assembleia da República

Nota de apoio à navegação

Nesta página encontra 2 elementos auxiliares de navegação: motor de busca (tecla de atalho 1) | Saltar para o conteúdo (tecla de atalho 2)
Versão Inglesa Versão Francesa
Os cidadãos
* Subscrever newsletter * Subscrever conteúdos * Versão áudio * ARtv-emissão em direto * Contactos * Mapa do site * Correio do cidadão Botão para executar a pesquisa Pesquisa avançada
Ignorar hiperligações de navegação
Parlamento
Presidente
Deputados e Grupos Parlamentares
Comissões Parlamentares
Intervenções e Debates
Fiscalização Política
Atividade Parlamentar e Processo Legislativo
Assuntos Europeus
Relações Internacionais
Orçamento do Estado e Contas Públicas
Revisões Constitucionais
Diário da Assembleia da República
Orçamento e Conta de Gerência
Gestão do Parlamento
Arquivo e Documentação
Legislação
Visita Virtual
Livraria Parlamentar

Visita Virtual

Imprimir página
Sala das Sessões 

A Câmara dos Deputados em meados do séc. XIX
A sala das Sessões, inaugurada em 1903, foi projetada pelo arquiteto Ventura Terra depois de um violento incêndio em 1895 ter destruído a primeira sala da Câmara dos Deputados, desenhada pelo arquiteto Possidónio da Silva.

A sala foi construída no local de um dos quatro claustros conventuais, ocupando ainda uma capela que lhe ficava anexa. 

 Sala das Sessões
De planta semicircular e disposição em anfiteatro, pelo que tem a designação de hemiciclo, tem carteiras de madeira de carvalho trabalhada ao estilo inglês, ordenadas por bancadas simples, onde se sentam os 230 deputados de acordo com os ideais da Revolução Francesa, voltados para a tribuna presidencial.

Estátua da República
A iluminação zenital da sala é feita por uma claraboia de estrutura em ferro e vidro, denunciando, tal como na sala dos Passos Perdidos, as influências parisienses vanguardistas dos arquitetos-engenheiros, amenizadas aqui, nestes espaços de São Bento, pelo neoclassicismo lisboeta de Miguel Ventura Terra (em contraste com o arrojado modernismo portuense de José Marques da Silva).

A decorar a sala, por detrás da tribuna da presidência, está uma estátua de corpo inteiro representando a República, com uma esfera armilar nas mãos, da autoria do escultor Anjos Teixeira, datada de 1916.

 Luneta pintada por Veloso Salgado na Sala das Sessões
Mais acima, destaca-se uma grande luneta pintada por Veloso Salgado, representando as Cortes Constituintes de 1821 - que elaboraram a Constituição de 1822, a primeira da história constitucional portuguesa - reunidas na biblioteca do Palácio das Necessidades em Lisboa, onde tiveram lugar. Esta temática foi a eleita para o propósito, após a avaliação das duas propostas apresentadas pelo pintor no concurso de 1923 (a outra, em esboço, no Gabinete do Presidente), tendo sido cuidadosamente estudada nos numerosos esbocetos de composição e retrato, expostos à entrada da Sala do Senado. No centro da composição, disposta em torno da mesa da presidência (na qual está o arcebispo da Bahia, D. Frei Vicente da Soledade), destaca-se a figura do orador, Manuel Fernandes Tomás, considerado um dos maiores mentores da revolução liberal de 1820. 

Teto da Sala das Sessões
Esta grande tela semicircular é rodeada pelos escudos, pintados por Benvindo Ceia, dos distritos e das antigas províncias ultramarinas, evocativos das circunscrições por onde os deputados eram eleitos.

As três pinturas do teto, distribuídas em torno da grande claraboia, foram executadas por Alves Cardoso e representam alegorias à Ciência, às Artes e à Indústria; à Pátria, à Paz e à Fortuna; ao Comércio e à Agricultura. Tal como a composição da luneta, estas foram executadas após a realização de estudos preparatórios, levados a concurso em 1923, expostos nos corredores de acesso ao Gabinete do Presidente da Assembleia da República.

Por cima de cada tribuna estão grupos escultóricos femininos, sendo os laterais (sobre as tribunas destinadas ao Corpo Diplomático e às Altas Individualidades), da autoria de Teixeira Lopes e de Moreira Rato.
Na parede da galeria central do último piso, destaca-se um relógio monumental de pedra, com máquina eletromecânica com sistema de controlo de quartzo dos fabricantes alemães Bürk e Kienzle, datável de 1990.

 Estátua a "Constituição"  Estátua a "Diplomacia"  Estátua a "Lei"  Estátua a "Jurisprudência"  Estátua a "Justiça"  Estátua a "Eloquência"

As galerias do primeiro piso, destinadas ao público, são pontuadas por 6 estátuas de gesso, identificadas pelas inscrições nos respetivos plintos como a Constituição , de Simões de Almeida (sobrinho) a Diplomacia, da autoria de Maximiano Alves, a Lei, realizada por Francisco Santos, a Jurisprudência e a Justiça, ambas concebidas por Costa Motta (sobrinho) e a Eloquência, moldada por Júlio Vaz Junior, símbolos alegóricos ligados à arte de legislar.

 

Símbolo da acessibilidade Acessibilidade Ficha técnica Administrador Reserva de Propriedade
© 2008 Assembleia da República