António Vítor de Figueiredo Bastos foi discípulo do pintor António Manuel da Fonseca, na Academia Real de Belas-Artes, onde se estreou na 3ª Exposição Trienal (1852) com a pintura Amor e Psique.
Em 1854 passou a leccionar a Cadeira de Desenho na Universidade de Coimbra e, em 1856, participou na 4ª Exposição Trienal da A.R.B.A., com a tela Retrato do Visconde da Luz e a escultura Moisés.
Em 1860 foi nomeado professor substituto da Academia, cargo do qual se tornou efectivo em 1881.
Na 5ª Exposição Trienal (1861) apresentou os retratos de Rodrigo da Fonseca e do Conde de Melo, bem como o baixo-relevo Colera Morbus, adquirido por D. Luís que o tornou numa das peças da colecção do Palácio da Ajuda.
Em 1867 estreou-se na escultura monumental com a estátua de Camões. Mais tarde colaborou na decoração escultórica do arco triunfal da Rua Augusta, ao lado de Anatole Calmels, inaugurado em 1873.
Na 6ª Exposição da Sociedade Promotora de Belas-Artes, apresentou as suas experiências na arte do retrato com os bustos do Duque de Saldanha e de Joaquim António de Aguiar.
Em 1870 fez parte da comissão de reorganização do Ensino Artístico.