D. Luís de Vasconcelos e Sousa, 3.º Conde de Castelo Melhor e 9.º Conde da Calheta, foi um dos nobres que participou na conspiração de 1662 que pôs termo à regência de D. Luísa de Gusmão.
Após a sua nomeação para Escrivão da Puridade passou a desempenhar um papel cada vez mais importante no destino político do país. Destaca-se a sua participação nas batalhas do Ameixial (1663) e de Montes Claros (1665), contribuindo assim para o término de um conflito que se arrastava desde a restauração da independência nacional em 1640.
Em 1667 foi deposto e condenado ao exílio em Inglaterra, de onde regressou vinte anos depois. Foi então chamado por D. João V para integrar o Conselho de Estado.